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09/01/2012 - 18:42 - A fome não pode esperar - Um Brasil sem favela - Painel do Leitor

A fome não pode esperar

Embora a nossa tarefa esteja dificultada pelo ambiente econômico, estou convencido de que podemos avançar em direção à erradicação da fome

Atualmente, cerca de 1 bilhão de pessoas sofrem de subnutrição, e muitos países estão longe de atingir o primeiro Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, o de reduzir pela metade, até 2015, a proporção de pessoas que vivem na fome e na pobreza extremas.

A minha principal prioridade para 2012 será dar um novo impulso para alcançar esse objetivo, mas também olhar mais à frente, para a erradicação total da fome.

Obviamente, não é algo que a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) possa fazer sozinha. Será necessário uma mobilização internacional, o apoio dos governos e um esforço concertado de toda a família das Nações Unidas e de outros parceiros de desenvolvimento.

Pretendo começar imediatamente uma série de consultas com 20-30 dos países mais pobres do mundo e ajudá-los a mobilizar os recursos necessários para lançar as suas próprias estratégias abrangentes de segurança alimentar.

Não há receitas prontas, mas também não há necessidade de começar do zero. Em diferentes partes do mundo em desenvolvimento há uma riqueza de experiências internacionais às quais esses países podem recorrer para encontrar respostas para os seus problemas.

A FAO, tirando o melhor partido dos seus próprios recursos financeiros e humanos, e trabalhando lado a lado com outros parceiros, está preparada para ajudar esses países a formular planos viáveis de segurança alimentar.

Em 2011, a FAO lançou o que corresponde a uma revolução duplamente verde na agricultura, visando aumentar a produção e diminuindo o impacto ambiental causado pelos sistemas agrícolas atuais.

Esse novo modelo, "Save and Grow" (Poupar e Crescer), conserva e promove os recursos naturais, utilizando a contribuição da natureza -desde a matéria orgânica dos solos à regulação de fluxos de água - para o aumento das colheitas, e pode ser adaptado a condições específicas. Experiências em terreno em 57 países de baixo rendimento agrícola têm permitido aumentos de em média 80%.

Isso pode desempenhar um papel importante para ajudar países com insegurança alimentar a alcançar um maior crescimento econômico sustentável, questão que estará no centro das atenções em junho próximo, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

A mudança climática e a segurança alimentar têm agendas convergentes. Ambas requerem mudanças importantes para alcançarmos padrões mais sustentáveis de produção e consumo. Temos agora a oportunidade de explorar as suas potenciais sinergias.

Junto com a ONU Mulheres e com outros parceiros, a FAO defende o empoderamento das mulheres na agricultura. Atualmente, a produtividade dos terrenos cultivados por mulheres é mais baixa que naqueles cultivados por homens, porque elas não têm o mesmo acesso a recursos como terra, tecnologia e insumos. Podemos reverter o quadro.

Nesse novo impulso na luta contra a fome, devemos procurar soluções novas e inovadoras. A injeção de recursos nas economias rurais, por meio de programas de transferência de dinheiro e de incentivos à produção, por exemplo, estimulam o crescimento local. Criam-se empregos, renda e mercados para os pequenos agricultores, e a oferta local de alimentos frescos, saudáveis e nutritivos aumenta.

O caminho à frente é longo e, embora a nossa tarefa esteja dificultada pelo ambiente econômico incerto, estou convencido de que, com nova abordagem e esforços renovados, além de medidas para fortalecer a governança global da segurança alimentar, podemos avançar em direção à erradicação da fome.

JOSÉ GRAZIANO DA SILVA é diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura).

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

Um Brasil sem favela

As políticas públicas do país para favelas são insuficientes e ineficientes; se nós quisermos, podemos garantir que crianças não mais cresçam em barracos

IBGE: mais de 11 milhões de brasileiros vivem em 6.329 favelas em 323 municípios. É uma triste realidade, que se perpetua por gerações como o mais hediondo monumento à desigualdade social no Brasil.

Quase a metade situa-se na região Sudeste (145 municípios), dos quais metade (75) nas suas regiões metropolitanas. O fenômeno da favelização é urbano e metropolitano, pois 88,2% dos domicílios em favela estão nas regiões com mais de 1 milhão de habitantes.

Nossas políticas públicas para favelas são desarticuladas, insuficientes, ineficientes, com obras inadequadas e mal feitas (quando feitas), sem nenhuma previsão de manutenção, num descaso social inaceitável e que atinge, sobretudo, as crianças do país.

O IBGE mostrou que a densidade demográfica é maior na favela que na cidade formal e que um barraco tem mais crianças que uma casa regular. Só não tem mais idosos, pois o índice de natalidade é maior na favela, mas não o de longevidade.

Num país com imensas reservas de calcário e argila -matéria-prima de todos os cimentos; com parque siderúrgico, portanto, com vergalhões, perfis, chapas de aço; com sílica à vontade, portanto, com todo tipo de vidro; com um polo petroquímico que produz tinta, borracha e plástico; que possui madeira de todo tipo, exporta alumínio e ainda conta com um exército de serventes, pedreiros e carpinteiros, uma pergunta persiste.

Por que, meu Deus, tanta gente vive em barracos, sujeita a incêndios ou a morrer soterrada na lama e no lixo nos temporais?

Por que tanta laje sem telhado, de onde em dia de sol não é raro cair uma criança soltando pipa ou uma dona de casa estendendo roupa e, em dia de chuva, se formam milhões de poças para criatório do mosquito da dengue?

O Minha Casa, Minha Vida é excepcional, mas alcança uma população acima da miséria.

O Fundo de Habitação de Interesse Social, do qual tive a honra de ser relator, supre convênios com prefeituras e Estados, mas sua natureza não é de ir à favela para reformar ou jogar no chão um barraco e em seu lugar edificar, com mão de obra local e em só três dias, uma casa para ser entregue mobiliada e pronta.

Foi o que fizemos, por exemplo, para uma viúva pobre de 54 anos, que pesava 32 quilos e que criava sozinha três netos, que provia com ajuda da divina Bolsa Família.

Ela me disse: "Eu passo fome, meus netos, não!". Mais não se podia dizer para retratar a dignidade e o espírito de renúncia de quem, nada tendo, doa a si mesmo. Ela foi mais uma beneficiada do Cimento Social, programa que desenvolvemos há anos na Providência, tentando criar no Brasil esse cimento para unir profissionais, empresários, universidades e sobretudo os governos num "Movimento Brasil sem Barraco".

No Rio, a prefeitura adotou o Cimento Social e indicou Mangueira e Andaraí para começar. Se todos quisermos, podemos garantir que no Brasil nenhuma criança nasça, cresça e sobreviva em barraco.

MARCELO CRIVELLA, engenheiro civil, é senador pelo PRB-RJ e bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

Painel do Leitor

O "Painel do Leitor" recebe colaborações por e-mail (leitor@uol.com.br), fax (0/xx/11/3223-1644) e correio (al.Barão de Limeira, 425, 4º andar, São Paulo-SP, CEP 01202-900). As mensagens devem ser concisas e conter nome completo, endereço e telefone. A Folha se reserva o direito de publicar trechos.

Leia mais cartas na Folha Online

www.folha.com.br/paineldoleitor

Judiciário

Em vez de a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) tentar justificar os motivos para tentar impedir no Supremo a ação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), a entidade deveria se manifestar sobre a inércia da Corregedoria do Tribunal de Justiça de São Paulo em relação aos vários pagamentos indevidos feitos a magistrados.

Se não houvesse a atuação do CNJ, nada disso viria à tona. Outrossim, também a Procuradoria-Geral de Justiça de SP deve esclarecer ao público o que está fazendo para apurar esses pagamentos inaceitáveis.

Luiz Eduardo Canto de Azevedo Bueno (Curitiba, PR)

A corrupção nos governos e nos parlamentos nos enoja, mas não abala a minha esperança de que um dia a justiça vença e este país seja um país mais justo, onde a lei valha para todos. É uma questão de tempo. Se não for para mim, será para meus netos, ou para os filhos deles.

Mas a corrupção no Poder Judiciário, antes do nojo, causa-me medo, medo do abismo no qual precipitará toda a nação brasileira ("TJ-SP fez pagamentos ilegais a 118 juízes", "Poder", ontem). Isso sim abala profundamente a minha esperança.

Ruy Salgado Ribeiro (Ribeirão Preto, SP)

Vereadores

Ao ler, no último dia do ano, a notícia de que algumas Câmaras aumentarão os salários de seus produtivos vereadores em até 62% ("Poder", ontem), constatei que o Brasil continua sendo uma ilha da fantasia. Enquanto os governos, inclusive de países ricos e estruturados, estão cortando gastos no setor público e rebaixando salários, por causa da prolongada crise, por aqui a remuneração de quem não produz aumenta.

Luiz Thadeu Nunes e Silva (São Luís, MA)

Tributação

A adoção da incidência dos tributos sobre o comércio exterior é um excelente expediente de defesa comercial para o país. Esse fato revela a incapacidade de coerção legal das alfândegas do Brasil no controle da valoração aduaneira. Entretanto os depredadores da indústria nacional não ficarão de braços cruzados.

A Receita Federal deverá aumentar o seu efetivo aduaneiro e a sua capacidade coercitiva para reprimir o descaminho nos portos e aeroportos, assim como deverá incrementar o seu efetivo para controlar a importação via pseudoturistas que trazem malas e malas de roupas e tecidos de Miami e alhures.

Os que não lutam por seus interesses sucumbem aos desmandos alheios. É, portanto, dever precípuo dos governantes estruturar as instituições de Estado de modo a defender os anseios da nação.

Foch Simão Júnior (São Paulo, SP)

As medidas adotadas recentemente pelo governo de sobretaxar importados têm um alcance muito reduzido ao desenvolvimento nacional, no longo prazo. Como bem exposto pelo presidente da Alpargatas, o protecionismo em si não serve para desenvolver a indústria local e acaba prejudicando o consumidor ("'Tarifa contra importado tem efeito nefasto'", "Mercado", 29/12). Para melhorar a indústria nacional, não bastam proteções às importações, mas deveria ocorrer uma efetiva redução da pesada carga tributária.

André Zacarias Tallarek de Queiroz (Curitiba, PR)

Irã

Com a ameaça do Irã de fechar o estreito de Hormuz, por onde passa um terço do petróleo mundial, a Arábia Saudita comprou 84 jatos de guerra dos EUA no valor de US$   29,4 bilhões. Enquanto isso, o Brasil se arrasta desde 2000 para comprar meia dúzia de caças.

Luiz Fabiano Alves Rosa (Curitiba, PR)

Pedágio urbano

Sem querer polemizar com o leitor Lincoln Paiva (Painel do Leitor, ontem), que democraticamente discordou de meus argumentos expostos em carta do dia 30/12, devo enfatizar que dois pontos cruciais foram negligenciados pelo missivista: os ônibus e o metrô de Londres são assíduos, limpos e sem lotação. E mais, onde e quando o senhor Paiva viu o centro de São Paulo sem congestionamento?
Em resumo, não se pode comparar o trânsito de São Paulo com o de Londres. Sugiro que "pedagistas" coordenem grandes manifestações a favor da ampliação de nossa rede metroviária, o que faria com que alegremente deixássemos nossos carros em casa.
Renato Claudio Pucci (São Paulo, SP)

Boas-festas

A Folha agradece e retribui os votos de boas-festas recebidos de Marcelo Mendonça, diretor de assuntos corporativos da TAM (São Paulo, SP), José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares e presidente da ONG Afrobras (São Paulo, SP), Bruno Covas, secretário estadual do Meio Ambiente (São Paulo, SP), Moreira Mendes, deputado federal pelo PSD-RO (Brasília, DF), Ricardo João Rodrigues, diretor financeiro do shopping Frei Caneca (São Paulo, SP), Livraria Cultura (São Paulo, SP), Moinho Eventos (São Paulo, SP), Sintusp - sindicato dos Trabalhadores da USP (Ribeirão Preto, SP), Marcos Antônio Alves (Batatais, SP) e Cepea - Centro De Estudos Avançados em Economia Aplicada (Piracicaba, SP).

    

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Folha de São Paulo – 01-01-2012
 

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Folha de São Paulo
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