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22/10/2012 - 10:27 - Carro na garagem, por livre pressão

Gazeta do Povo - 13-10-2012

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1307291&tit=Carro-na-garagem-por-livre-pressao

Marcello Casal Jr/ ABr

Marcello Casal Jr/ ABr / Os investimentos no metrô e o rodízio de carros, como em São Paulo, são outras apostas para amenizar congestionamentos Os investimentos no metrô e o rodízio de carros, como em São Paulo, são outras apostas para amenizar congestionamentos

Mobilidade

Carro na garagem, por livre pressão

Economista sugere criação de permissões para dirigir nas ruas como alternativa para diminuir congestionamentos nas grandes cidades

Pedágio urbano, rodízio de veículos, taxação de quilometragem. Em meio aos congestionamentos cada vez mais frequentes nas grandes cidades, as propostas para incitar os motoristas a deixar os carros em casa, por livre e espontânea pressão, têm ganhado força nas discussões sobre mobilidade urbana – apesar de ainda serem tratadas como tabu pelos governantes e, obviamente, pelos donos dos veículos. Uma alternativa sugerida por um economista do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, veio colocar mais lenha nessa fogueira que não dá mostras de apagar tão cedo: a criação de um mercado de permissões para circular nas ruas.

Em um artigo publicado no jornal Brasil Econômico, o Ph.D. em Economia Rodrigo Menon Simões Moita sugere, aos moldes do comércio de emissão de carbono, um mercado autônomo baseado na compra e venda de permissões para dirigir em determinados dias da semana. Em tese, o poder público emitiria um número determinado de permissões – com base na diminuição pretendida de circulação nas ruas – e os próprios motoristas negociariam essas autorizações entre si.

Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/ Folhapress

Luiz Guarnieri/ Brazil Photo Press/ Folhapress /
Detalhes

Entenda como, em tese, funcionaria o modelo proposto pelo economista Rodrigo Menon Moita, professor do Insper, conforme artigo publicado por ele no Brasil Econômico

Proposta

A ideia se baseia na criação de permissões para circular nas ruas. Por exemplo: o poder público concederia, inicialmente, quatro permissões para cada carro por semana. O efeito seria parecido com o do rodízio de veículos, em que um quinto da frota estaria fora de circulação a cada dia.

Comércio

O diferencial é que essas permissões poderiam ser comercializadas entre os proprietários dos carros. Os motoristas que quisessem circular em mais algum dia da semana poderiam comprar permissões daqueles que não precisam dirigir naqueles dias.

Modelo autônomo

Para o economista, a proposta diferencia-se de outras alternativas por não se enquadrar como mais uma taxa a ser paga ao poder público. Haveria transação monetária, mas diretamente entre os motoristas.

Regulação

O preço das permissões variaria de acordo com a procura e a oferta. Além disso, também seria afetado pela qualidade do transporte público nas cidades – afinal, um sistema de transporte público eficiente levaria mais pessoas para os ônibus e metrôs e diminuiria a procura pelas permissões.

Declarações

“É ilusão achar que construir uma linha de metrô vai acabar com os congestionamentos. O jeito é cobrar de quem dirige.”

Rodrigo Menon Simões Moita, Ph.D. em Economia.


“Como policiar as permissões? Quem pagaria pela infraestrutura de fiscalização? Não existem soluções milagrosas.”

Ricardo Bertin, coordenador-adjunto do curso de Engenharia Civil da PUCPR.

Eficácia

O mercado de permissões para dirigir poderia seria eficiente?

Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br

Assim, quem precisasse ou quisesse usufruir do automóvel mais vezes na semana, compraria permissões daqueles que não precisam circular nestes dias. O mercado de permissões, como batizado por Moita, não apresenta aplicação prática comprovada nem se baseia em estudos científicos, é preciso dizer. Mas pelo menos traz algo de novo para um cenário já deveras antigo.

“É ilusão achar que construir uma linha de metrô vai acabar com os congestionamentos. Se o motorista puder usar seu carro, com todo o conforto, com ar-condicionado e ouvindo música, vai usar. O jeito de tirar o carro da rua é cobrando de quem dirige. Tem de ficar caro andar de carro”, sacramenta o economista.

Os argumentos contra os automóveis são vários. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado ano passado mostra que, nas cidades com mais de 60 mil habitantes, 27% da população se locomove de carro, meio de transporte que, por sua vez, consome sozinho 68% da energia usada nos deslocamentos. Para o Ipea, os efeitos deste uso intenso são velhos conhecidos dos moradores dos grandes centros: congestionamentos, aumento dos acidentes de trânsito e poluição atmosférica.

Mesmo assim, não há consenso entre urbanistas e estudiosos quanto à implantação de medidas mais drásticas, como o hipotético mercado de permissões. “Como policiar as permissões? Quem pagaria pela infraestrutura de fiscalização? Não existem soluções milagrosas. Soluções para os problemas de transporte e mobilidade urbana são complexas e caras”, lembra o coordenador-adjunto do curso de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Ricardo Bertin.

Os investimentos em meios alternativos de deslocamento, como as ciclovias e o transporte público, ainda são apontados como essenciais para, se não resolver, ao menos amenizar os congestionamentos. Nenhuma medida, porém, é eficaz sozinha, destaca o engenheiro civil e professor do Departamento de Transportes da UFPR, Eduardo Ratton. “Não se pode impedir a decisão de uma pessoa de sair com seu carro. É preciso um conjunto de soluções que, então, levem à diminuição da necessidade do uso do carro. E isso começa com transporte coletivo bom, barato e seguro.”

Outras alternativas

Pedágio

É a cobrança dos motoristas pelo uso das vias mais congestionadas, normalmente na área central da cidade. A nova Política Nacional de Mobilidade Urbana, sancionada em janeiro, prevê a medida. Onde já foi implantado: os exemplos mais bem-sucedidos são Londres, Estocolmo e Singapura. Em Londres, os motoristas pagam uma taxa diária de 9 a 12 libras (R$   29 a R$   38) para circular em uma área de 21 Km2.

Taxação por quilometragem

Difere-se das taxações já usadas, como o imposto sobre combustíveis, por basear-se em quanto um veículo roda no sistema viário. Assim, em tese, por meio da verificação dos dados do odômetro, a taxação poderia ser progressiva e ser mais custosa para quem anda mais de carro. Onde já foi implantado: o estado do Oregon, nos Estados Unidos, iniciou em 2001 um estudo piloto sobre a viabilidade de substituir a longo prazo (cerca de 20 anos) o imposto da gasolina por uma taxa de quilometragem. A proposta estudada prevê a instalação de um dispositivo nos veículos que, via GPS, mapearia as áreas percorridas em conjunto com o odômetro para tabular os quilômetros rodados. Por esse sistema, seria possível criar taxas para diferentes áreas e períodos do dia.

Rodízio

É a proibição de circulação de alguns veículos em determinados locais, dias e horários da semana, com base no último número da placa do automóvel. Onde já foi implantado: o rodízio existe em São Paulo desde 1997, restringindo o tráfego de segunda a sexta-feira, das 7 às 10 horas, e das 17 às 20 horas. Em cada dia da semana, a restrição vale para dois finais de placa. Atenas (Grécia), Bogotá (Colômbia), Santiago (Chile) e Cidade do México também adotaram a medida.

Menos vagas

É a restrição – ou em casos mais extremos, a extinção – da oferta de vagas, removendo os espaços disponíveis ou aumentando a tarifa de cobrança para estacionar em vias públicas. Onde já foi implantado: a cobrança de estacionamento, na forma de vagas rotativas, é relativamente comum nas cidades brasileiras. Já a extinção das vagas é rara e ocorre em pequena escala, decorrendo normalmente de adaptações para receber corredores exclusivos de ônibus e aumentar a fluidez do trânsito.

Metrô

O metrô é o meio de transporte público com maior capacidade de transporte de passageiros. No ano passado, em São Paulo, uma média de 3,7 milhões de pessoas foram transportadas diariamente por este modal. Onde já foi implantado: no Brasil, os metrôs ainda estão restritos aos grandes centros, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Curitiba e Porto Alegre já contam com projetos para implantação de uma rede metroviária – a expectativa é de que as obras iniciem no próximo ano.

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Gazeta do Povo
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