Palavra Chave:


Conheça mais
    Faça sua reclamação
    Direitos de Família
    Direito Penal
    Direito Civil
    Direito Trabalhista
    Direito do Consumidor
    Direito Previdenciário
    Polícia
    Política
    Direito Procesual Civil
    Direito Previdenciário
    Direito Processual Penal
    Sua Saúde
    Noticias
    QUEM SOMOS
Arquivos
    Publicações
    Petições


CARTAS - Opinião de Leitores da Folha de Londrina
Já começa o expediente real no ‘‘Circo Brasil’’. Não ia dar outra, o deputado federal Tiririca já empregou dois...
Leite longa vida fica mais caro
O consumidor vai pagar mais caro pelo leite longa vida. Desde janeiro, os preços estão 15% mais altos no atacado no...
veja mais

 

19/03/2012 - O poder da metáfora

SÃO PAULO - A comissão de juristas encarregada pelo Senado de propor um novo Código Penal sugere que o aborto legal possa ser praticado até a 12ª semana de gravidez quando, a partir de um pedido da gestante, o "médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade". Parece-me pouco provável que a iniciativa prospere, mas é uma tentativa interessante.

O que a comissão pretende ao associar o aborto à ideia de saúde da mulher é retirá-lo da categoria mental de assassinato, onde foi colocado por um eficiente discurso conservador, para apresentá-lo como uma questão sanitária.

Há ciência por trás dessa investida. Pesquisadores como o linguista George Lakoff sustentam que o cérebro não toma decisões analisando prós e contras de uma questão abstrata que lhe seja apresentada, mas se deixa conduzir por narrativas, mais especificamente por "frames" (enquadramentos) e metáforas.

Para Lakoff, metáforas são mais que um recurso linguístico para explicar ideias. Elas são a própria matéria-prima do pensamento e têm existência física no cérebro. A capacidade dos neurônios de conectar-se em redes ativadas por contiguidade semântica faz com que as palavras escolhidas tenham o dom de comunicar sentimentos. O uso de um termo negativo como "assassinato" desperta sensações desagradáveis que, mesmo que não nos demos conta, influenciam nossos posicionamentos.

Nesse esquema, o que diplomatas fazem é encontrar novos e mais palatáveis "frames" para embalar antigas disputas. Às vezes, funciona.

A metáfora da saúde, embora tenha perdido terreno no debate aqui, é poderosa. Foi ela que levou a Arábia Saudita, a mais rígida teocracia do planeta, a ter uma legislação de aborto mais liberal que a brasileira, ao admitir, ao menos no papel, que mulheres interrompam a gravidez para preservar sua saúde física ou mental.
helio@uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/31084-o-poder-da-metafora.shtml

Comente esta matéria. Preencha o formulário: “Faça sua reclamação” aqui no site www.reclamando.com.br ou envie e-mail para: espírito_santo@uol.com.br

Folha de São Paulo – 14-03-2012

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Folha de São Paulo
Imprimir   enviar para um amigo
Quesito técnico - Não é irregular negar apresentação de provas ao Júri
Juiz que nega apresentação de provas ao Tribunal do Júri não comete irregularidade. Isto, quando se tratar de quesitos técnicos levantados pela defesa do acusado
Pausa para almoço - Interrupção de sustentação da defesa anula julgamento
A interrupção da sustentação oral da defesa diante do Tribunal do Júri configura constrangimento ilegal e é motivo para anulação do julgamento.
Gravação clandestina com fins de defesa é prova legítima
Para o Supremo Tribunal Federal, gravar clandestinamente uma conversa para se proteger não é prova ilícita.
Crime sem perdão - Casar com vítima menor não livra estuprador da culpa
Por maioria de votos, os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram que a união estável entre ofensor e vítima, em caso de estupro, não é suficiente para a extinção da punibilidade.
AGRESSÃO REITERADA CONTRA FILHO É CRIME DE TORTURA
Pai que reiteradamente agride, queima com cigarro, ameaça de morte, causando ao filho intenso sofrimento físico, moral e psicológico, pratica crime de tortura e não de maus tratos.
Gravidade do delito não justifica prisão preventiva
A gravidade do delito não é motivo para decretação de prisão preventiva
Chamar homem de negrão não configura racismo
Chamar um homem negro de “negrão” não caracteriza preconceito racial nem gera danos morais por se tratar de uma característica física, sem conotação pejorativa
MENORES ATROPELADOS AO ATRAVESSAR A VIA PÚBLICA POR VEÍCULO QUe NELA TRAFEGA V A. CULPA DO MOTORISTA DO VEICULO ATROPELADOR
Responsável penalmente o motorista que ao se aproximar de coletivo parado em ponto de ônibus, para embarque e desembarque de passageiros, não reduz a marcha do veí­culo
Absolvição em processo criminal não enseja dano moral.
Uma comprovação de má-fé ou culpa, que se atribuem à conduta caluniosa, por parte do denunciante, a absolvição em processo criminal não é motivo suficiente para ensejar indenização por dano moral.
Portar arma de fogo sem munição é crime.
O porte de arma de fogo, mesmo sem munição, é crime. A conclusão é da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça.

Total de Resultados: 1830

Mostrando a página 183 de um total de 183 páginas

InícioAnterior174175176177178179180181182183

  Cadastre seu email e receba as novidades do reclamando.com.br
Cadastrar | Remover