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22/02/2009 - Quando a brincadeira passa dos limites

Quando a brincadeira passa dos limites

Ciciro Back

 

Tinta e bagunça: tratar calouros de forma saudável é saber separar comemoração de "cenas da Idade Média".

Entrar na universidade merece comemoração. É o começo de uma vida nova. Neste caso, um ritual de passagem é até normal. Mas não é nada normal ter a pele queimada com uma mistura de gasolina e desinfetante, ser forçado a ingerir bebidas alcoólicas, receber socos e chutes até desmaiar, ou passar por outras situações que ferem a integridade física e moral. No entanto, foi isso o que aconteceu em alguns trotes no início deste ano letivo no País. A tradição, enraizada como uma necessidade no começo das aulas, pode trazer sérias consequências para o calouro.

 

Os novos alunos vão para o trote de forma inocente, achando que é tudo brincadeira, ou coagidos pelos veteranos. Apesar de sempre ser expressa a opção de não participar, os calouros se sentem pressionados pelo grupo e não querem receber algum tipo de rótulo ou provocação logo no início do curso. "O calouro está em um estado de euforia e vai sem olhar as consequências. O calouro quer a parte lúdica, da festa e da alegria. Mas junto vem o aspecto negativo", comenta o psicólogo Eugênio Pereira de Paula Junior.

 

De acordo com ele, é necessário separar o aspecto de ritual de passagem e comemoração da vitória conquistada das "cenas da Idade Média". Passar por um trote constrangedor pode até afetar a vida acadêmica. "Pode causar aversão ao próprio curso. O calouro pode não gostar mais daquilo que escolheu. O sonho dele era entrar na universidade, mas a experiência fez com que não quisesse mais isso. Pode abandonar o curso ou mesmo a profissão, em casos mais extremos", afirma o psicólogo.

 

O trote, como qualquer outra forma de violência, acaba se tornando um círculo vicioso. O veterano que recebeu o trote quer praticá-lo também. "Ele pensa: se eu passei, os outros também devem passar. Existe um prazer de maltratar o outro. A gente vê em cenas de trotes,levadas como brincadeira, vários tipos de crime, como extorsão e lesão corporal", avalia Pereira de Paula Junior.

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O Estado do Paraná - 22/02/2009

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  O Estado do Paraná
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