Palavra Chave:


Conheça mais
    Faça sua reclamação
    Direitos de Família
    Direito Penal
    Direito Civil
    Direito Trabalhista
    Direito do Consumidor
    Direito Previdenciário
    Polícia
    Política
    Direito Procesual Civil
    Direito Previdenciário
    Direito Processual Penal
    Sua Saúde
    Noticias
    QUEM SOMOS
Arquivos
    Publicações
    Petições


O hábito de ser maltratado
E nem é necessário chamar o Exército para colocar ordem na terra de ninguém -no caso, o estacionamento de um dos teatros...
Concurso público 3 - Palmadas - Pedágio - Bosque do Trabalhador
“Além de muitas pessoas não terem chegado ao locais de prova por não terem informações suficientes de endereço em seus...
veja mais

 

09/06/2009 - Mercado de seguros – Pra aeronaves e vítimas

Indenização leva em conta a renda e a expectativa de vida

 

O mercado de seguros para empresas de transporte aéreo de passageiros está, segundo especialistas, entre os que envolvem as maiores quantias para indenizações. A liberação dos valores das apólices geralmente envolve um “pool” de empresas, responsáveis por diferentes coberturas, fator que pode tornar o processo de indenização mais lento.

De acordo com Gustavo Cunha Mello, professor da Escola Nacional de Seguros e especialista no setor aeronáutico, no caso de vítimas fatais de acidentes aéreos, a indenização geralmente é calculada com base na renda e na expectativa de vida do passageiro. Portanto, quanto maior a renda em vida, maior será o seguro a ser recebido pela família da vítima.

Existe, entretanto, um valor-limite internacional, atualmente pouco abaixo de US$   400 mil por passageiro, definido pela Convenção de Varsóvia, da qual o Brasil é signatário. Geralmente, segundo Mello, os acordos oferecidos pelas companhias aéreas se baseiam nesse valor. Associações de vítimas de acidentes aéreos do país dizem, porém, que é possível conseguir indenizações superiores na Justiça.

Para o professor, o recebimento de uma indenização vai ter que passar necessariamente pela Justiça. No caso do acidente da Air France, esse processo deve incluir ações também ações em tribunais franceses. “Se aceitar o acordo, a família não precisa entrar na Justiça, mas esse acordo terá de ser celebrado na Justiça, na frente de um juiz”, explica o especialista.

Liberação

A discussão e liberação dos valores referentes ao seguro dependem de diversos fatores, que passam pela apuração da culpa pelo acidente – erro humano, problema no avião ou causa externa – e também com a negociação com as diferentes empresas que estão envolvidas na apólice contratada pela companhia aérea.

Para Jairo Ponce, da corretora Colemont, que atua no setor de seguros para aeronaves há 30 anos, as responsabilidades do setor de aviação são fragmentadas: a apuração pode apontar culpa da companhia aérea, da fabricante da aeronave ou até mesmo uma empresa de manutenção.

Agencia Globo e Redação

US$   3 milhões por passageiro

No caso do avião da Air France que caiu em alto mar na semana passada, a reportagem apurou que o valor da apólice da empresa envolve até US$   750 milhões para a indenização das vítimas e cerca de US$   180 milhões pela perda da aeronave.

Considerando que houve 228 vítimas no acidente do voo AF 447, uma apólice de US$   750 milhões resultaria numa indenização de mais de US$   3 milhões por pessoa. De acordo com informações do mercado, o seguro da aeronave da Air France foi feito pela AXA, ressegurado pela Gaum, em um grupo de subscritores de risco, que envolve, entre outros, a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. Procurado pela reportagem, o grupo JLT, responsável pela corretagem do seguro da Air France, informou que não se pronunciaria sobre os detalhes da apólise.

No Brasil, um artigo do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) exige que as empresas que atuam no país, mesmo as estrangeiras, paguem um seguro chamado Reta, que funciona nos mesmos moldes do seguro obrigatório dos automóveis e garante uma indenização mínima as vitimas de acidentes aéreos. A indenização prevista na legislação, segundo a Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac), está pouco acima de US$   40mil por passageiro atualmente.

Agencia Globo e Redação

O Estado do Paraná – 08-06-2009

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  O Estado do Paraná
Imprimir   enviar para um amigo
Ativista é condenada a pagar R$   10 mil por compartilhar mensagem no Facebook
A ativista, que já havia sido condenada em outra ação semelhante, compartilhou mensagem que criticava um médico-veterinário
ARTIGO Na contramão do desenvolvimento do país
Como bem disse o renomado professor de relações do trabalho José Pastore, há de se buscar fórmulas simples que deem liberdade para quem contrata e proteção para quem é contratado. Todo o resto é secundário.
23/11/2013 - 03h30 Eliane Carvalho e Luciano Velasque: Segurança jurídica e contratações públicas
A recente e amplamente noticiada discussão judicial a respeito do serviço de inspeção ambiental veicular na cidade de São Paulo proporciona farto material para reflexão jurídico-político-econômica.
DEBORAH DUPRAT Luta contra a lentidão
Se persistir o atual ritmo de regularização fundiária, os 2.007 quilombos terão que aguardar 175 anos para terem seus processos concluídos
ARTIGO Protesto extrajudicial de dívida ativa
Diante deste novo mecanismo de arrecação do Estado, o protesto de dívidas, há chances de ver-se prejudicado o direito do contribuinte de questionar a execução da dívida ativa de impostos que muitas vezes encontra-se prescrita, com valores indevidos, multa
14/11/2013 - 03h30 Rodolfo Vianna e Renan Quinalha: Pela defesa do mérito, democratizar a universidade
São muitos os que criticam as propostas de democratização da universidade por acreditarem que elas feririam o mais caro conceito acadêmico: o mérito. Para esses, a universidade deve ter uma administração meritocrática, não se aplicando, portanto, os conce
Justiça condena BMW a indenização e pensão por morte de sertanejo
João Paulo, que era parceiro de Daniel, morreu em 12 de setembro de 1997. Juiz diz que esposa e filha têm direito a R$   150 mil cada uma.
Verba federal para acabar com lixões não chega às prefeituras
A prioridade é conceder apoio aos consórcios intermunicipais para a destina­ção correta do lixo e o fim dos lixões.
E a segurança jurídica?
O Supremo Tribunal Fe­­deral, em breve, vai ter de se manifestar sobre a questão da ocorrência de prescrição ou não nos casos de cobrança de dívida contra o erário.
Ressarcimento aos cofres públicos: ação deve prescrever?
Para o professor de Di­rei­to Administrativo da Pon­ti­­­fícia Universidade Cató­li­ca do Paraná (PUCPR) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Romeu Bacellar Filho, a discussão não pode ser tratada sob dois pontos de vista.

Total de Resultados: 873

Mostrando a página 3 de um total de 88 páginas

InícioAnterior123456789101112PróximoFinal

  Cadastre seu email e receba as novidades do reclamando.com.br
Cadastrar | Remover