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24/02/2012 - A cruel ressurreição – Painel do Leitor

A cruel ressurreição

RIO DE JANEIRO - Há três ou quatro meses, estive no "Sem Censura", programa de Leda Nagle na TV Brasil. Ao meu lado, na bancada, o cantor Wando. A certa altura -não sei se em off, ao meu ouvido, num intervalo, ou em on, para todo mundo-, queixou-se de estar esquecido pelas gravadoras, pelos promotores de shows e pela mídia. Sua presença ali era uma rara oportunidade para furar o silêncio.
 
Wando morreu há dez dias, e sua morte tem ocupado mais espaço nos jornais e nas TVs do que no auge de sua carreira. Seu sucesso de 1978, "Emoções", foi exumado e incluído na programação das FMs e adotado até pelos blocos de Carnaval do Rio, onde tem sido cantado por milhares desfraldando sua marca: as calcinhas que as fãs lhe atiravam.
 
Lembrei-me de que, certo dia, em 1980, Aluizio Falcão, diretor da rádio Eldorado, me disse que iria lançar um "novo" compositor e cantor: Raul Seixas. Estava brincando, claro. Na verdade, iria tentar o que, então, parecia impossível: relançar o homem que, depois do estouro inicial, nos anos 70, tornara-se o artista mais abandonado da praça. E, de fato, o "Rock das Aranhas" trouxe o maldito Raul de volta às paradas, até que, rapidamente, o álcool e o éter o devolveram à zona fantasma.
 
Em 1988, Raul e eu fomos vizinhos de clínicas para dependentes químicos em Cotia, a 31 km de SP. Saímos ao mesmo tempo, em fins de fevereiro, e, por algumas semanas, frequentamos reuniões de autoajuda com gente das duas clínicas. Éramos uns 20, dos quais 19 estavam eufóricos e confiantes de que iriam tirar o macaco das costas. O único deprimido era Raul. Muitos de nós nos salvamos. Mas Raul voltou às substâncias e, em 1989, estava morto.
 
Dali nasceu, ao seu redor, uma religião, e ele nunca deixou de ser famoso e cultuado.
 
A morte parece um preço muito alto para um artista ressuscitar.

Painel do Leitor

O "Painel do Leitor" recebe colaborações por e-mail (leitor@uol.com.br), fax (0/xx/11/3223-1644) e correio (al.Barão de Limeira, 425, 4º andar, São Paulo-SP, CEP 01202-900). As mensagens devem ser concisas e conter nome completo, endereço e telefone. A Folha se reserva o direito de publicar trechos.
 
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Ficha Limpa

 Mais uma vez, os senhores ministros do Supremo Tribunal Federal prestaram um relevante serviço à sociedade após acolherem uma lei de iniciativa popular, considerando-a constitucional e aplicável já nas eleições deste ano. Parabéns a todos que votaram pelo fim da bandalheira.

 José CArlos Batista Camilo (Jaú, SP)

Tribunal do júri

 O artigo de Hélio Schwartsman ("O júri na berlinda", "Opinião", ontem) está correto ao mencionar que os juízes togados também estão sujeitos aos mesmos vieses cognitivos que os jurados. Equivoca-se, no entanto, ao comparar o júri ao sistema das ordálias [procedimento judicial de caráter religioso que submetia o acusado a provações físicas] e ao supor que os juízes de carreira estão "mais preparados para resistir aos truques usados por promotores e defensores".

 No primeiro caso, porque as ordálias eram um sistema absolutamente irracional. O júri tem racionalidade e é controlado pelo TJ, que, em caso de arbitrariedade no veredicto, pode anulá-lo.

 Depois, embora se possa, em princípio, crer que o juiz seja mais preparado para não cair em armadilhas, é bom lembrar que, além das influências ideológicas a que todos estamos sujeitos, ele pode sofrer com pressões, o que nunca acontece com os jurados, que permanecem incomunicáveis durante o julgamento.

 Enfim, cada sistema tem suas inconveniências, mas o júri está longe de merecer severa crítica racionalista do mais do que respeitado jornalista.

 Alberto Zacharias Toron, advogado, ex-diretor do Conselho Federal da OAB e ex-presidente da Comissão Nacional de Prerrogativas (São Paulo, SP)
 
São dignos de reflexão os argumentos apresentados por Hélio Schwartsman contra o tribunal do júri. Contudo pergunto: até quando utilizaremos observações semelhantes para restringir a participação popular? Propor novas leis? Assunto de especialista. Discutir políticas públicas? Assunto de especialista. Julgar criminosos? Só para os doutores da lei. Enquanto isso, a cidadania se resume ao aperto de alguns botões a cada dois anos.

 Marcus Vinicius Farbelow (Araras, SP)

Jornalismo

 Precisei ler três vezes o texto "Jornalista do Pará é condenado a indenizar dono de empreiteira" ("Poder", ontem) para acreditar. O jornalista Lúcio Flávio Pinto fez reportagem em que citava que a empresa CR Almeida havia ocupado milhões de hectares de terra no Pará, a Justiça decidiu que a empresa não era dona da área, mas, por fim, o repórter foi condenado a indenizar o empresário que fez a grilagem. Não tem lógica. Não tem justiça.

 Márcia Meireles (São Paulo, SP)

O presidente do Equador, Rafael Correa, ao usar toda a sua artilharia contra o jornal "El Universo" e o jornalista Emilio Palacio por o qualificarem de "ditador", acabou por referendar o que o jornal escreveu ("Jornalistas são multados em US$   40 mi no Equador", "Mundo", ontem). Correa foi infeliz ao recorrer à Justiça, que o obedece, para demonstrar que não é um ditador. Ele demonstrou que não admite o contraditório, ou seja, a liberdade de expressão.

 Francisco da Costa Oliveira (São Paulo, SP)

Escola de pilotos

 Errado está o Ministério do Esporte, que liberou autorização para captação de dinheiro para projetos desinteressantes. Com tantos atletas por aí pedindo verba para a marmita, e eles -incluam-se aí Galvão Bueno e seus "ongueiros" interessados- querem formar novos pilotos, uma categoria que notoriamente é frequentada por 99% de pessoas abastadas ("União aprova R$   2 mi para ONG de Galvão", "Esporte", ontem)? Galvão Bueno pode formar mais de uma escola de pilotos com o que ganha. Se ele é tão interessado assim no assunto, que pague do próprio bolso.

 MaurÍcio Pio Ruella (São Paulo, SP)

USP

 As aposentadorias precoces de professores da USP ("Com aposentadorias, falta de professores deflagra crise na USP", "Cotidiano", ontem) são responsáveis, sobretudo, por problemas de ensino em suas várias unidades, agravados pelo produtivismo dominante nas atividades de pesquisa dos docentes. A reposição de novos professores é lenta e os concursos de ingresso atuais priorizam candidatos com perfil de pesquisador, mas que não têm o mínimo preparo nem motivação para as atividades de ensino. É o vazio anunciado da USP do futuro.

 Roberto DeLucia, professor da USP (São Paulo, SP)

Aviação

 Em relação ao texto "Inchaço da Infraero desafia concessionária" ("Mercado", ontem), que detalha o número de funcionários por passageiros nos aeroportos brasileiros, pergunto: se há tantos funcionários, por pior que seja o desempenho deles, qual o motivo de tanto contratempo?

 Tenho certeza de que a origem dos nossos problemas está na administração dos aeroportos. Porém nós, passageiros, não temos atitude. Além de reclamar aos berros e palavrões com um balconista de empresa aérea, o que fazemos contra o transtorno que passamos toda vez que viajamos?

 Nicolai Panzanella (São Paulo, SP)

Disney

 Tenho 64 anos, quatro filhos, sendo que a mais nova tem cinco anos. Penitencio-me por não ter levado meus três primeiros filhos à Disney, pois pensava mais ou menos como Fernanda Torres ("O Inferno de Disney", "Ilustrada", ontem). Fui a Orlando pela primeira vez em 2010 e, acreditem, Fernanda Torres está errada. Se existe um mundo encantado, esse mundo é Orlando. Acho que a colunista não se preparou para curtir o "paraíso de Disney".

 Luiz A. M. Accioly (São Paulo, SP)

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Folha de São Paulo – 18-02-2012

 

Inserida por: Dr. Espirito Santo fonte:  Folha de São Paulo
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